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Segurança está reforçada para a Copa das Confederações 16/6/2013 12:29 Por Redação, com agências - do Rio de Janeira








16/6/2013 12:29
Por Redação, com agências - do Rio de Janeira




O Rio tem um efetivo de mais de 15 mil homens atuando na segurança da cidade até o final da Copa das Confederações
O Rio tem um efetivo de mais de 15 mil homens atuando na segurança da cidade 
até o final da Copa das Confederações




O Rio tem um efetivo de mais de 15 mil homens atuando na segurança da cidade até o final da Copa das Confederações. De acordo com o general José Alberto da Costa Abreu, a 1ª Divisão de Exército conta com a atuação de 7.126 militares. Já segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança do Estado do Rio (Seseg), são quase oito mil policiais atuando na capital fluminense. De acordo com a secretaria, não houve mudança no patrulhamento ordinário das regiões. Além do efetivo já existente, 2.600 policiais civis e militares atuarão como reforço durante o evento.
De acordo com informações do portal G1, na sexta-feira, o ministro da Defesa, Celso Amorim, esteve no Comando Militar do Leste (CML), onde recebeu informações sobre o planejamento do Centro de Coordenação de Defesa de Área (CCDA) para a cidade. No sábado, navios da Marinha do Brasil fazem o patrulhamento do litoral carioca e aeronaves do Exército fazem o controle do tráfego de helicópteros, enquanto o Centro de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA) cuida do espaço aéreo.
De acordo com o Ministério da Defesa, os militares acompanham a movimentação na cidade através de câmeras instaladas em pontos estratégicos. Na sala de comando e controle, local utilizado pelo Centro de Comando de Defesa de Área, os militares recebem todas as informações referentes ao evento. Através dos telões, os técnicos podem ter uma panorâmica nas principais ruas e avenidas do Rio de Janeiro. Só no estádio do Maracanã, a vigilância está sendo feita por 382 câmeras, que servem de auxílio para o controle militar.
Ainda de acordo com o Ministério da Defesa, dos mais de sete mil militares, 5.643 são do Exército, 1.301 são da Marinha e 604 pertencem à Força Aérea Brasileira (FAB). Além do monitoramento e da proteção de infraestrutura estratégica, como serviços de telecomunicações, água e energia, há uma tropa aquartelada, que pode ser deslocada durante um possível distúrbio na cidade.
A Polícia Civil preparou um esquema especial de policiamento para atuar no jogo entre Itália e México, que acontece neste domingo, e nas outras partidas que serão realizadas no Maracanã. Segundo o coordenador do Núcleo de Apoio a Grandes Eventos (Nage), delegado Alexandre Braga, foram montadas três bases no entorno do estádio.
Uma base foi montada dentro do estádio. A outra vai funcionar no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), no Centro da cidade, e haverá ainda uma base móvel, com agentes circulando por ruas próximas ao Maracanã. O objetivo principal dos agentes será combater atos de pirataria como objetos com o logo do evento, mas não credenciados pela Fifa  e a ação de cambistas.
Segundo o Ministério da Defesa, uma hora antes do jogo e quatro horas após a partida o espaço aéreo do Maracanã ficará fechado. A Zona Vermelha, onde não será permitido tráfego de aeronaves, corresponde a uma área de sete quilômetros na região do estádio. Ainda de acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Estado, até o final da Copa das Confederações, que acontecerá no Rio, um efetivo de 1.800 homens da Força Nacional de Segurança estará cidade.
Neste domingo e nos dias de jogo no estádio, mil PMs ficam espalhados dentro e fora do Maracanã. O Grupamento Especial de Policiamento em Estádios (GEPE) concentra 350 policiais dentro do estádio e o comandante-chefe do grupo, tenente-coronel João Fiorentini Guimarães, ocupará o Centro de Comando e Controle, que conta com 383 câmeras. Nos arredores do estádio ficarão outros 650 policiais militares, com 52 viaturas e dois helicópteros do Grupamento Aéreo.



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