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O que aconteceu depois que eu assinei a petição?



Caros amigos da Avaaz,

Muitas vezes, membros da Avaaz me perguntam "o que acontece depois que eu assino uma petição?", e a verdade é que MUITA COISA acontece. Todas as campanhas da Avaaz nascem como um apelo popular global e buscamos encontrar as melhores alternativas para fazer com que nossas vozes sejam ouvidas e que alcancemos uma vitória. Essas são duas das vitórias que conseguimos nas últimas semanas

Lembram-se quando 2 milhões de nós nos unimos para impedir o açoitamento de uma garota de 15 anos, vítima de estupro nas Maldivas? Sua sentença foi anulada! Para conseguir essa vitória, nossa equipe atuou da seguinte forma: 

Anúncio publicitário nas Maldivas
Nossos anúncios ameaçaram os lucros de políticos envolvidos com a indústria de turismo local
  1. Conversamos por horas a fio com o Procurador-Geral e os ministros de Estado das Maldivas e enviamos e-mails para a conta pessoal do presidente do país.
  2. Conduzimos pesquisas de opinião pública que mostraram um apoio esmagador dos cidadãos maldivenses às reformas para proteger meninas, e publicamos um artigo de opinião em um dos maiores jornais das Maldivas.
  3. Persuadimos um especialista em assuntos islâmicos a se pronunciar contra o açoitamento.
  4. Ameaçamos o governo com anúncios publicitários (à direita) em revistas de turismo, o que afetaria a principal indústria (de turismo) e fonte de renda do país.
  5. Fomos até as Maldivas e ao local em que a garota estava detida para colocar pressão diretamente sobre os oficiais do governo que poderiam fazer algo.

Ahmed Shaheed, ex-ministro de Relações Exteriores das Maldivas, afirmou que: "A contribuição da Avaaz foi a gota d'água para derrubar a sentença de açoitamento; uma petição assinada por milhões de pessoas, a visita ao país, uma pesquisa de opinião entre os cidadãos das Maldivas e a persistência em seguir adiante provaram ser uma estratégia contra a qual não poderíamos resistir."
Outro exemplo de vitória: lembram quando quase 2 milhões de membros da Avaaz se uniram paraimpedir que uma tribo Masai, na Tanzânia, fosse removida à força de suas terras para dar lugar a um parque destinado à caça de animais? Na semana passada, o primeiro-ministro tanzaniano anunciou que os Masais vão permanecer em suas terras! A petição serviu como ponto de partida para o que nossa equipe fez após a coleta das assinaturas:
Maasai
Mulheres Masais se reúnem para protestar contra a remoção forçada. Foto de Jason Patinkin.
  1. Conseguimos chamar a atenção da CNN e do jornal the Guardian, que visitaram os Masais e publicaram o assunto na imprensa internacional.
  2. Demos conselhos aos líderes Masais para melhorar a estratégia de sua campanha.
  3. Enviamos toneladas de mensagens aos ministros tanzanianos e ao próprio presidente, forçando um debate nos gabinetes ministeriais e no parlamento.
  4. Lançamos um anúncio publicitário em um jornal de destaque da África Oriental, envergonhando o governo da Tanzânia publicamente.
  5. Persuadimos diplomatas em todos os cantos do mundo a trazerem a questão à tona, deixando o governo constrangido.
  6. Ajudamos financeiramente anciãos Masais para que eles pudessem viajar para a capital do país e 'ocupar' a área do lado de fora do gabinete do primeiro-ministro em forma de protesto por semanas.
Um cheque para a educação
Gordon Brown disse: "Um milhão de dólares foram arrecadados pela brilhante Avaaz.org em questão de dias."Voto aberto no Brasil
No Brasil, o Senador Eduardo Suplicy se une à Avaaz no protesto seminu pelo voto aberto que enviava uma clara mensagem: "não temos nada a esconder"
Essa vitória pertence ao povo Masai, mas nossa comunidade os ajudou a vencer fazendo desta uma questão global a qual o governo da Tanzânia não poderia mais ignorar por muito tempo. Esperamos que isso acabe com uma batalha por terras que já dura 20 anos!

Nossa comunidade faz muito mais do que apenas petições, é claro. Na semana passada, conseguimos arrecadar 1 milhão de dólares em questão de dias e desafiamos países com programas de ajuda humanitária a colocar as crianças sírias refugiadas na escola. Em umaconferência na ONU, eu levei nosso cheque de 1 milhão de dólares e lancei o desafio em nome dos mais de 40 mil membros da Avaaz que doaram nesta campanha. O enviado da ONU para a Educação, Gordon Brown, presidente da conferência, afirmou que o esforço da nossa comunidade foi uma "intervenção de impacto e magnífica" para convencer outros países a doarem também!

E, com bastante frequência, não é a equipe da Avaaz, mas os membros da comunidade mesmo que assumem o papel de fazer lobby e pressão política. Por exemplo: no Brasil, estamos a poucos passos de obter a vitória em uma campanha pelo fim do voto secreto no Congresso. Nossa pressão ajudou a aprovação da proposta na Câmara dos Deputados, e nesse exato momento, os telefones dos senadores estão tocando, pois os membros da Avaaz em todo país estão usando nossa ferramenta online para descobrir os telefones dos gabinetes e fazer pressão direta nos senadores pelo fim dessa prática corrupta -- parceiros da Avaaz no Senado disseram que se aumentarmos a pressão poderemos vencer muito em breve!

A combinação entre uma comunidade gigante e espirituosa que exerce sua cidadania, usa sua voz, faz doações e coloca pressão em políticos diretamente, junto com uma pequena equipe de ativistas de alta qualidade, realizando ações rápidas, estratégicas e inteligentes, respaldados por um alto grau de legitimidade democrática, é o que faz das nossas campanhas uma locomotiva impossível de ser parada.

Não há limites para o bem que podemos fazer pelo mundo se continuarmos a acreditar em nós mesmos e construirmos uma comunidade ainda maior e mais comprometida. Muito obrigado pela honra e alegria que existe em ser parte e servir a esta comunidade. Trata-se de algo muito precioso -- e juntos continuaremos a construir a Avaaz.

Com carinho e gratidão,

Ricken e a equipe

PS - Talvez vocês não saibam, mas a Avaaz é diferente das outras organizações globais, pois somos financiados e guiados 100% pelos nossos membros. Todas as campanhas que lançamos primeiro passam por uma pesquisa de opinião pública e são testadas para uma amostragem aleatória (uma espécie de júri) da nossa comunidade, que nos indica exatamente como a maioria da comunidade reagiria sobre tal campanha. Por mais que eu seja o diretor da Avaaz, a comunidade é minha chefe. Se os membros não gostam de algo (pelo menos 81% de adesões são necessárias, não uma simples maioria de 51%, por exemplo), nossa equipe volta à caneta e papel e começa a pensar em novas opções de campanhas. Nunca, nunca quebramos esta regra. Por isso, no final das contas trata-se apenas dos membros, e da sabedoria coletiva da comunidade, em conjunto com sugestões inteligentes e estratégicas que a nossa equipe recebe e nossas próprias ideias, de parceiros e especialistas em um ou outro assunto que determinam o que fazemos no dia-a-dia.

Quando, além disso, nos damos conta de que 100% do financiamento de campanhas vem de pequenas doações feitas online (recusamos quaisquer doações vindas de empresas privadas, governos, fundações, e até mesmo doações individuais acima de 5 mil euros), acho que a Avaaz talvez seja uma das mais puras expressões organizacionais do que é a mudança provocada pelo poder popular no mundo de hoje. Junte a isso o fato dos membros da nossa equipe serem pessoas incríveis, talentosas e comprometidas, as quais eu gostaria de apresentar a vocês. Juntos, temos uma certa magia que podemos usar para construir o mundo que queremos.

PPS: Se quiser contribuir para ajudar o nosso trabalho, clique aqui: https://secure.avaaz.org/po/reportback_1013/?rb50k

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